03 junho 2011

COMO A ATIVIDADE SOLAR ESTÁ INFLUENCIANDO A CONSCIÊNCIA HUMANA

Recentemente, passamos a experienciar uma intensa atividade no Sol que está afetando tanto a terra como os seres humanos. Largas explosões solares podem afetar o Sistema Nervoso Central, toda atividade cerebral, influenciando no comportamento humano e todas as respostas psicoemocionais.
Explosão solar é uma tempestade magnética no Sol que surge com uma mancha muito luminosa e uma erupção de gás na superfície. As explosões liberam imensas porções de partículas de alta energia e gases que são tremendamente quentes. Eles são arremessados da superfície do Sol a muitas milhas.

De acordo com Mitch Battros - jornalista da ‘Earth Changes’, “Uma das melhores profecias de nossos anciões Maias é a mensagem de mudança de paradigma na nossa era. Nas palavras dos Maias, foi dito que estamos em tempo de “mudança e conflito”. A mudança vem de fora na forma do clima, fenômenos naturais, distúrbios celestiais (explosões solares) e traumas por influência de ações humanas. O conflito aparece internamente em forma de mudança de personalidade, mágoa, confusão, depressão, ansiedade e medo. Foi dito que estamos numa “encruzilhada”. Um tempo de escolha de um novo caminho, decidindo por um novo ser e por uma convivência comunitária, se aventurando no desconhecido, encontrando nossa verdadeira identidade de ser.
Outros escolherão permanecer na mesma estrada, ficando com o que é familiar, empregando grande esforço em manter a família. Um estudo recente publicado na revista “New Scientific”, indica uma
conexão direta entre as explosões solares e o efeito biológico no homem. O condutor que facilita a descarga de partículas do Sol para o distúrbio humano é exatamente o mesmo condutor que direciona os climas terrestres atraves do Campo Magnético da Terra, e também do campo magnético à volta dos humanos.

Atividade Geomagnética no Sol Influencia nossos Pensamentos
As explosões solares podem nos causar nervosismo, ansiedade, preocupações, tremores, vertigens, agitação, irritação, letargia, exaustão, problemas de memória, palpitações cardíacas, náuseas, dores de cabeça prolongadas. Você tem sentido algum destes sintomas?
Recentes incidentes são claras evidências de que a luz está permeando na consciência coletiva como se nosso mundo estivesse vendo o poder de unificação da humanidade como proposta. No potencial do campo Terrestre, o momento inevitável desta diversa energia está acelerando o dia de forma a libertar nosso mundo da supressão, opressão e depravação.
As explosões solares e ondas de fóton estão alterando a produção na nossa realidade fisiológica como se tivesse o poder de afetar nosso nível celular, despertando e iluminando nossa memória celular.
Nós frequentemente experimentamos isto na forma de como o corpo se aquece através de “quentes lampêjos”. Nossas emoções básicas são baixas frequências de energia armazenadas em nossas células por experiências e traumas que nos deparamos no passado e nunca as processamos. A energia Fóton é a mais alta frequência de energia que eleva a nossa baixa frequência emocional, potencializado assim a níveis mais altos de frequência…por isto nos pegamos liberando emoções básicas como tristeza e mágoa sem saber porque. Estas liberações passam após uns vinte minutos e ficamos nos perguntando de onde vem estes sentimentos inesperados. Os elementos que estão registrados em nosso plano, são interfaces da consciência celular e quando estes registros são intensificados através da energia fóton, vários elementos deste registro abrem espaços na consciência e nós começamos a lembrar qual o propósito de nossa alma. Nós somos chamados a fazer mudanças em nossas vidas mas não nos damos conta realmente do porque.

As explosões solares, as descargas galácticas de energia estão surgindo através desta proteção hipnotizadora de frequências elétricas, ativando certos aspectos dos códigos de DNA. Esta energia cósmica reagente, é um despertar da humanidade. O campo magnético da Terra segura no lugar a mais alta integridade do holograma. Isto vem sendo bem conduzidos pelos campos
eletromagnéticos. 


PREVISÃO MAIA para 2012

Civilização Maia


A Realização das detalhadas profecias que a antiga cultura Maia fez para o período correspondente entre os anos 1992 e 2012 do nosso calendário gera um grande mistério e uma pergunta inquietante: Encontramos- nos realmente vivendo o final de una era cósmica e veremos dentro de quatro anos o amanhecer bem diferente do que conhecemos?
 Os científicos não sabem o que está acontecendo com o Sol. No dia 20 de janeiro de 2005, uma surpreendente tempestade solar alcançou a Terra com sua máxima radiação 15 minutos após as explosões. Normalmente, demorariam 2 horas para chegar aqui. Segundo Richard Mewaldt, do Califórnia Institute of Technology, foi a mais violenta e mais misteriosa dos últimos 50 anos.
 Os cientistas acreditavam que as tempestades se formavam na coroa solar pelas ondas de choque associadas a erupções do plasma. Entretanto, neste caso parece haver se originado estranhamente no interior do astro rei, segundo afirmou o professor Robert Lin, da Universidade da Califórnia.
 Os astrônomos ficaram perplexos. O professor Lin – principal pesquisador do satélite Reuven Ramaty High Energy Solar Spectroscopic Imager (RHESSI) – expressou sua conclusão com uma frase muito simples: "Isso significa que realmente não sabemos como o Sol funciona". Resumindo: O inusitado fenômeno de 20 de janeiro de 2005 acabou com os modelos de estudos da nossa ciência sobre o assunto.
 E porque o Sol produziu uma atividade tão intensa e anômala neste momento? O pico máximo de atividade da nossa estrela - no seu ciclo principal de 11 anos - aconteceu no ano 2000. Em 2004 os físicos solares observaram uma ausência total das manchas, onde isso sempre anuncia a proximidade de alguma atividade no Sol.
 Essa atividade mínima deveria ocorrer entre 2005 e 2006, uns quatro anos antes da máxima, prevista para o ano 2010 ou 2011, precisamente nas vésperas da data para a qual os antigos Maias profetizaram o final da era correspondente ao "Quinto Sol" e o começo de outro ciclo cósmico, chamado "Sexto Sol".
 Os Maias sabiam de algo que nossa ciência atual ignora? Os textos sagrados poderiam ajudar os cientistas a entender o comportamento do astro rei? E sobre tudo, por que motivo eles prestavam tanta atenção na atividade solar dos nossos dias naquela época?

O Calendário Maia termina de repente no sábado 23 de dezembro de 2012, 5.125 anos depois de se iniciar a era do "Quinto Sol".

Segundo as profecias, a causa física desse término é que o Sol receberia um raio oriundo do centro da galáxia e emitiria una imensa "chama radioativa" que transmitiria a radiação a Terra e conseqüentemente a todo o sistema solar. Este evento acontece antes do começo de um novo ciclo cósmico.
 Segundo os dados Maias, já houve cinco ciclos de 5.125 anos, completando uma série de 25.625 anos, período muito próximo ao da "precessão dos equinócios", conhecido como "Ano Platônico" ou "Grande ano Egípcio", correspondente a um ciclo completo formado por 12 eras astrológicas (25.920 anos).
 Segundo os Maias, a cada ciclo de 5.125 anos finaliza o prazo de uma humanidade (raça) na terra – primeiro a destruição, seguida pela regeneração que traz o ciclo seguinte, o "Sol". No começo são feitas sincronizações da "respiração" de todas as estrelas, planetas e seres.
 No dia 11 de agosto de 3.113 a.C. os Maias fixaram o nascimento do "Quinto Sol" – A era atual – cujo final será em 2012. A era da água acabou com o Dilúvio, a seguinte foi com o dilúvio de fogo e a nossa chamada de "Era do Movimento", chegará ao fim com violentos terremotos, erupções vulcânicas e furacões devastadores.
 A mitologia de várias culturas antigas fala de inundações catastróficas que aconteceram há uns 12.000 anos e de misteriosas chuvas de fogo, há cerca de 5.000 anos, onde pesquisadores como Maurice Cotterell associam a um grande cometa que cruzou a atmosfera terrestre.
 A profecia Maia também descreve os 20 anos anteriores ao primeiro dia do "Sexto Sol" com certo detalhe. Este ciclo menor, denominado Katum, já chegou a quase dois terços da sua duração total. Ele nos permite verificar até que ponto da atualidade foi cumprido suas profecias e conseqüentemente, decidir se seus acertos merecem suficiente credibilidade.
 O último Katum – denominado por eles "o tempo do não tempo" teve início no ano de 1992 do nosso calendário, logo após a um eclipse do Sol que eles profetizaram para o dia 11 de julho de 1991 e que aconteceu realmente. No entendimento dos Maias, se trata de um período de transição, caracterizado por grandes mudanças cósmicas, telúricas e históricas.
Em setembro de 1994 foram detectadas fortes perturbações no campo magnético terrestre, com alterações importantes como a orientação migratória das aves e cetáceos e inclusive o funcionamento da aviação.
Em 1996, a sonda espacial Soho descobre que o Sol não apresenta vários, mas somente um campo magnético homogeneizado. Em 1997 aconteceram violentas tempestades magnéticas no Sol e em 1998 a NASA detectou a emissão de um potente fluxo de energia vindo do centro da galáxia onda ninguém soube explicar.
 Outra data importante da profecia Maia foi o eclipse total do Sol em 11 de agosto de 1999 que aconteceu exatamente como eles falaram. Segundo o Chilam Balam (livro sagrado Maia) após sete anos do início do último Katum (1999) começa uma era de escuridão e os desastres na terra (terremotos, furações e erupções vulcânicas) aumentariam consideravelmente.
 No dia 15 de agosto de 1999, 1 mês após o mencionado eclipse, aconteceu uma misteriosa explosão vindo do espaço e por causa disso algumas estrelas ficaram em eclipse durante horas.
As radiações das ondas de radio, raios gama e raios X multiplicaram sua intensidade em 120%.
Os astrônomos Richard Berendzen e Bob Hjellming, do Observatório Radio astronômico do Novo México (EE UU), qualificaram esse fenômeno como um enigma "digno de uma investigação minuciosa"

O raio e a chama radioativa

Diante desses acontecimentos podemos se perguntar: Poderia ser essa misteriosa e inexplicável radiação de 1999 o raio proveniente do centro da galáxia que segundo os Maias, alcançaria o Sol antes do ano 2012 resultando nos fenômenos sísmicos aqui na Terra? Podemos se perguntar também sobre a "chama radioativa" que segundo os Maias, o Sol emitiria após receber esse "raio". A Igualmente enigmática e anômala explosão solar de 20 de janeiro de 2005 que deixou perplexos e sem respostas os cientistas pode ser esse acontecimento?
 O eclipse de 11 de agosto de 1999 que antecedeu a forte radiação vinda do espaço no dia 15 de setembro de 2005 inaugurou um período de cataclismos naturais.
 No dia 7 desse mesmo mês houve um terremoto de 5.9° (escala Richer) na Grécia, com 218 mortos. Dia 8, inundações catastróficas na China com milhares de mortos. Dia 17, um terremoto de 7,4º na Turquia com 15.000 mortos. Dia 20, um terremoto de 7,6º em Taiwan com 2.000 mortos. Dia 22, uma cadeia de terremotos entre 2º e 5,2º em todo o planeta. Um terremoto em Oaxaca (México), seguido de grandes incêndios devidos a explosões de gás com mais de 100 mortos e dia 10 de outubro as chuvas produziram 300 mortos e 500.000 afetados também no México.

Não se trata de uma lista exaustiva de catástrofes, são somente alguns fenômenos que aconteceram nos dois meses posteriores ao eclipse de agosto.
 Esses dados também falam sobre o grande aumento dos sismos, erupções vulcânicas e meteoros violentos. A comparação da intensidade e da quantidade que esses fenômenos aconteceram nos anos anteriores revela que houve um grande crescimento desses fatos no período que os Maias denominaram de "o tempo do não tempo".
 Depois a potente e anômala radiação emitida pelo Sol no dia 20 de janeiro de 2004 cresceram o número de erupções vulcânicas. Durante esse ano foi registrado 31 erupções significativas.

Existem outras confirmações

A partir de 1999 se incrementariam as guerras e a destruição. O eclipse teve sua sombra sobre o oriente médio mais precisamente sobre o Irã, Iraque, Afeganistão, Paquistão e Índia, todas sendo áreas de conflitos sérios. Próximo de 2012 uma onda de calor aumentaria a temperatura do planeta produzindo mudanças climáticas, geológicas e sociais sem precedentes com uma rapidez assombrosa. E estamos dentro dessa dinâmica. O acelerado derretimento da camada glacial em todo o mundo e a aparição de zonas verdes na Antártida é um feito confirmado cientificamente. Os cientistas também anunciaram as mudanças que estão acontecendo no Sol.
 As profecias Maias falam da aparição de um cometa com alta probabilidade de impacto com a terra. Curiosamente, também no Apocalipse de São João se profetiza a chegada desse cometa chamado "Ajenjo" como o sinal do "Final dos Tempos". Outra coincidência interessante é que o dia 11 de agosto de 1999, não só teve o eclipse total do milênio, mas teve também a formação de uma configuração astrológica muito rara: A grande luz cósmica formada pelos signos de Touro, Leão, Escorpião e Aquário, pelo Sol, pela Lua e três planetas (ANO/ZERO, 102) Esta Cruz também é dita no Apocalipse porque evoca os "quatro moradores do Trono"
 O primeiro é descrito como "semelhante a um leão (Leo). O segundo semelhante a um touro (Tauro), o terceiro "com semblante humano" (Aquário) e o quarto semelhante com uma águia (Escorpio).
 Estamos diante de um simbolismo complexo que encaixa as profecias Maias do começo do "Sexto Sol", uma nova era que segundo sua predição acabará com o "tempo do medo" e uma humanidade renovada pelo cosmo construirá uma civilização superior que a atual.


Uma evolução programada


Poderia essa mudança ser ativada ou favorecida por esse grande evento cósmico que foi anunciado pelas profecias Maias? Pode esse salto vibracional do universo, transmitido pelo universo ao Sol e do Sol para a Terra estar impulsionando a "grande transformação" que segundo os Maias chegará definitivamente ao nosso planeta no sábado 23 de dezembro de 2012?
 Todas as profecias afirmam veementes a respeito de um salto qualitativo na evolução da consciência humana. A mudança cósmica criará as condições, mas a mudança interior só pode ser feita por uma decisão livre e com um trabalho individual de cada um dos humanos.
 No final desse último Katum, o Céu nos coloca ante uma encruzilhada: autodestruição ou transformação.
Encontramos- nos numa espécie de "terra de ninguém". Estamos numa fase definitiva onde já não pertencemos a nenhuma era. E provavelmente daqui a quatro anos, quando "a porta cósmica" se abrir estaremos numa era renovada.
 Em qualquer dos casos nos parece evidente que os acontecimentos estão de acordo com as profecias Maias o suficiente para que possamos estudá-las seriamente sem prejudicar tudo o que sabemos do mundo.
 A evolução biológica e psicoespiritual respondem a uma programação cósmica inteligente?
Esta é sem dúvida o grande mistério da humanidade.
Tradução: Isaac Lutti - Assessor de língua espanhola do CUB / FONTE: FAO

14 abril 2011

O cataclismo mundial em 2012

Artico de Patrick Geryl: A Terra submetida a uma enorme catástrofe.

Lanço esta mensagem em que o mundo vai sofrer abalos desastroços. Depois de ter quebrado vários códigos antigos de importância crucial para a nossa civilização em que revelam que nos aproximamos de uma catástrofe mundial apartir do ano de 2012. O Códice de Dresden dos maias, por exemplo, contém os segredos do ciclo das manchas solares.As conclusões que se seguem, são ainda mais surpreendentes.
Em certo momento, quando o magnetismo do Sol atingir um ponto crucial, a superfície do Sol serão submetidos a tempestades imensas. Enormes forças eletromagnéticas, então, serão liberadas - com uma força desconhecida - a partir do interior do sol.
Chamas gigantes enviarão uma onda gigante de partículas na Terra. vento solar
solar wind
Recentemente, esse fenômeno tem sido observado e confirmado em vários sóis, em que durante várias horas e dias em que exibiram uma atividade explosiva, e que depois eles retornaram ao seu estado normal. Os astrônomos estavam se perguntando se este tipo de evento ocorre uma única vez ou se ele pode ocorrer com mais freqüência. Podem ter certeza que vai ocorrer de novo! Nosso Sol também mostra esse tipo de padrão.

 O que vai acontecer?

As partículas que são expelidas vão colocar a atmosfera terrestre "em chamas" e têm um efeito destrutivo real sobre os cinturões de Van Allen. Devido ao fluxo contínuo de eletromagnetismo, o campo magnético da terra vai ficar sobrecarregado.

vento solar 2
solar wind 2

Trilhões de partículas atingirão os pólos. Gigantescas forças elétricas serão geradas, um pesadelo para todos nos envolvidos neste planeta. Quando então os pólos ficarão cheios de auroras a partir de partículas em queda, o inevitável acontecerá: o campo eletromagnético interno da Terra vai ficar sobrecarregado e irá falhar. Um mega curto-circuito com super efeitos letais. Assim toda a atmosfera do planeta, sem proteção magnética, será bombardeada por partículas que caem.
Nos proteger são funções do campo magnético da Terra, direcionando as partículas eletromagnéticas dos pólos, mas isso seria impossível. As partículas que penetram na terra de todos os lados e irão gerar radiação intensa, na luminosidade, bem como na radioatividade. Queimando, queimando intensamente é como você verá o céu inteiro. Ou, como as Sagradas Escrituras dizem: "a luz da luz está em todo o mundo agora".

tempestade magnéticamagnetic storm

E isso é o prelúdio do cataclismo.O núcleo de ferro da terra é magnético. Por causa da mudança do núcleo magnético, a Terra vai começar a passar para o outro lado! Devido a isso, a crosta terrestre exterior vai quebrar! Em outras palavras, a camada externa é "flutuante". Estará à solta, não mais ligado a seu "mestre" ou centro de ferro.
O planeta se inclinará para alguns milhares de quilômetros em um par de horas. Olhando para o céu parecerá como se "o céu está caindo", como é descrito nas antigas escrituras! terremotos gigantes irão ocorrer. Placas da Terra estarão se movendo, as montanhas estarão subindo, onde não havia nada, partes da terra rompem-se e entrar em colapso, o colapso das montanhas, terras irão afundar no oceano, vulcões entram em erupção em muitos lugares. Em resumo, o pesadelo mais terrível não pode ser terrível o suficiente para descrever a destruição deste mundo.

Agora você pode me perguntar: você tem certeza do que esta dizendo?

Minha resposta: muito certo, porque os maias e os egípcios conheciam a teoria sobre os campos magnéticos do Sol que, mesmo os astrônomos modernos não sabem nada sobre!Com essa teoria eles foram capazes de predizer a inundação mundial de 9792 aC e, o seguinte em 2012!

Aqui, eu estou pedindo que abra sua mente. Eu quero que você entenda que eles calcularam o fim da Atlântida - agora enterrada sob o Pólo Sul. Mais uma vez, eles calcularam um final ainda mais violento para nós.

Que existe um vínculo entre 2012 e 9792 aC é inegável (Veja "A Profecia de Orion"). Se continuarmos a ignorar estas descobertas - vamos todos morrer. Todos os sinos de alarme devem soar em todo o mundo!


sunstorm
o sol antes da mudança do campo magnético.

08 abril 2011

Holocaustos naturais 
Conforme os cientistas, na pior das hipóteses, uma catastrofe pode chegar, se houver um aumento extremo em bilhões de toneladas de metano sendo despejadas na atmosfera repentinamente. Alguns pesquisadores defendem que liberações repentinas, associadas a picos nas temperaturas globais, podem ter colaborado decisivamente na extição em massa de espécies.
Há indicios de que, no passado, houve inúmeros episódios de mudança climática abrupta, pois um número cada vez maior de paleoclimatologistas, está chegando á conclusão de que sistemas complexos como a atmosfera podem passar de um estado estável a outro com apenas uns breves periodos de transição. Estas conclusões contrariam o senso comum, no qual o aquecimento global fosse uma transição lenta e gradativa, que demora centenas ou milhares de anos.
Um bom exemplo de aquecimento global no passado, aconteceu há 5.200 anos, a Terra foi vitima de uma catástrofe climática monumental. Isso, segundo Lonnie Thompson, da Ohio State University, um dos mais respeitados glaciologistas contemporâneos, que reuniu durante anos provas e um acervo de amostras de gelo com quase tudo que se possa imaginar, desde cascas de àrvores a cadáveres humanos, de pólem vegetal a isótopos de oxigênio, assim com estas (literalmente) amostras congeladas do tempo, Thompson concluiu que há 5.200 anos um surto e depois uma conflagração da atividade solar transformou o Saara, de cinturão verde, em deserto, derretendo as calotas polares e confundindo a ecologia global.
O cientista acredita que as condições responsáveis pelo desastre naquela época, foram muito parecidas com que vivenciamos hoje, e adverte que existem indicios claros em suas descobertas, de que uma profunda mudança climática já está ocorrendo.
 
Outro defensor das mudanças climáticas abruptas é, Richard Alley, da Pennsylvania State University, a seu ver os núcleos de gelo recolhidos em seu estudo na Islândia mostram que a Era Glacial não terminou no ritmo lento do tempo geológico e sim com a rapidez do tempo real, fazendo com que o planeta inteiro se aquecesse em apenas três anos. Ele também observa, se a mesma mudança geral e drástica de clima ocorresse atualmente, com mais 6 bilhões de pessoas vivendo na Terra e uma economia global interdependente a catástrofe ultrapassaria tudo que já se viu na história humana.
 
O mais espantoso é que todas estas previsões, podem se concretizar, diante da possibilidade da atividade solar passar dos limites a partir de dezembro de 2012.
No que foi examinado pela NCAR, sobre o ciclo solar 24, que prevê um climax maciço nesta data com uma turbulência sem precedentes, seria razoavel fazer algumas comparações para determinar valores energéticos destas emissões solares e que são capazes de emitir energia equivalente a nada menos que 10 bilhões de bombas de hidrogênio, espalhando bilhões de toneladas de rajadas de prótons e trilhões de eletro volts em nossa direção. Fascinante, sem duvida, mas existem outros fatores que geram intranquilidade, a atividade solar permaneceu anormalmente alta desde 1989 e atngiu o pico com as gigantescas manchas de 2005, que fustigaram a atmosfera terrestre com as maiores tempestades de prótons em quinze anos.

O Max Planck Institute for Solar System Research da Alemanha, conduz vários estudos nos quais mostram que, o Sol nunca se mostrou tão turbulento desde a década de 1940, produzindo mais manchas, também mais erupções e clarões que lançam nuvens de gâs no espaço, do que no passado.
Lembrando que, um aumento de apenas 0,5% na produção de energia solar bastaria para destruir o sistema de satelites do qual dependem as telecomunicaçãoes globais, a segurança militar e as operações bancárias. Para não falar da nossa pele, que seria afetada pelo câncer e outras doenças provocadas pela radiação.
Além do mais, seriam inevitáveis o aquecimento global acelerado, a elevação do nivel dos mares, as inundações, as tempestades gigantescas e, mesmo pavorosos sismos e erupções vulcânicas em uma escala destruidora nunca antes vista na historia.
Talvez nos encaminhemos mesmo para a catástrofe a respeito da qual os astrônomos maias nos vem chamando a atenção durante os últimos 1.500 anos.
 


CATÁSTROFE GLOBAL EM 2012

Um alerta assustador  
Cientistas russos já deram o alerta de uma potencial catástrofe global entre 2010 á 2020. Suas previsões, assim como dr. Dmitriev, se baseiam nos achados em décadas de estudos dos dados fornecidos por satélites, descobriram que as atmosferas dos planetas (sem excluir a da Terra), já começaram a exibir os efeitos desestabilizantes resultante deste encontro com a nuvem de energia.
Nesta ilustração vemos o Cinturão de Kuiper, no qual se encontra rodeado pela nuvem de Oort e esta pela gigantesca nuvem interestelar.
Esse choque com a nuvem vem energizando e gerando tormentosos distúrbios no Sol, e que coincidentemente atingirá o proximo pico de sua máxima solar entre 2012. Isto, segundo as descobertas da equipe de cientistas do NCAR (National Center of Atmospheric Research) publicada na conceituada "Geophysical Reviev Letters", mostram que o proximo ciclo maximo de manchas solares, de numero 24, que teve inicio em 2007 (um ano mais cedo do que o esperado), atingirá seu climax entre dezembro de 2012 para maio de 2013, será de 30% á 50% mais forte que o ciclo anterior.
 
Em uma das conferências da SORCE, patrocinadas pelo Laboratory of Atmospheric and Space Physics, reconheceu uma conexão entre atividade solar e o clima da Terra: 
-”As equações de equilibrio energético predizem que, se o Sol variar um minimo que seja, (entre, 1%), a temperatura média global da superficie sofrerá modificação da ordem de 0,7C, assim alguns modelos empiricos estimam que o Sol variou cerca de 0,5% desde a era pré-industrial. Modelos climáticos indicam que essa mudança talvez explique mais de 30% do aquecimento ocorrido a partir de 1850”. 
 
Outras previsões de aquecimento acelerado já foram anunciadas, entre elas do projeto Catlin Arctic Survey, em 21/10/2009, liderado pelo famoso explorador Pen Hadow, estima que em 20 anos o Polo será um grande oceano aberto. O processo de degelo poderá agravar mudanças climaticas e causar inundações que afetarão 1/4 do planeta. 

Cientistas da Universidade do Alasca (EUA), afirmam que um dos principais responsáveis pelo aquecimento da Terra estão nas profundezas do Oceano Artico. A agencia governamental americana a NOOA (National Oceanic and Atmospheric Administration), mostram dados da pesquisa de que a temperatura da região ártica, entre 2000 e 2007, ficou 4°C, em média, acima da registrada de 1970 a 1999. Eles afirmam que esse é o maior aumento de temperatura registrado em qualquer região do planeta, explicam que a razão para este fenomeno seria um crescimento na liberação de gás metano.
A liberação de metano da Plataforma Oriental da Sibéria parece estar mais acentuada do que deveria:
-Segundo o alerta do professor Igor Semitelov, lider do grupo que pesquisa no norte da Rússia. Esta plataforma funciona como um tipo de deposito gigante de CO2 e metano, constituida por  uma camada de rocha e gelo chamada de "permafrost", era considerada estável até recentemente. Mas, segundo o estudo a região está presa em uma espécie de circulo vicioso.  Mas dados compilados por Semitelov indicam que o metano liberado do fundo do mar está atingindo a atmosfera sem se dissolver no oceano. Em razão disso, maiores concentrações de metano na atmosfera estão contribuindo para a elevação da temperatura do planeta.http://www.aalong.com.br/ler.php?id=169&tab=2

 Está cada vez mais quente a região polar do Ártico, ela está desestabilizando o clima da Terra de forma que a ciência apenas hoje, começa a entender. Um desses efeitos foi derreter geleiras que antes pressionavam as placas tectônicas e as consequências sismicas seriam mais danosas atualmente do que há um século atrás, já que as placas estão se movendo com mais liberdade e colidirão mais violentamente. O mundo inteiro está sendo afetado e, sem medidas urgentes, pode haver uma catastrófica e irreversível mudança climática, alertam destacados cientistas em um relatório apresentado em dezembro de 2009, em Copenhague.
Um obvio alerta, pois o gás metano ajuda a provocar o efeito estufa e aprisiona 20 vezes mais calor da atmosfera do que o gás carbonico (CO2). Em ambientes muito frios ou de alta pressão, as moléculas de metano são presas na água congelada. Quando esta se aquece, o gelo se decompõe e libera o gás. Se for aceso um fósforo sobre o gelo, este literalmente queimará.       
Vejam este link para que seja bem entendido o efeito desastroso do metano em nossa atmosfera.
                                   
                                                   

04 abril 2011

A thought for the day

"A human being is a part of a whole, called by us 'universe', a part limited in time and space. He experiences himself, his thoughts and feelings as something separated from the rest... a kind of optical delusion of his consciousness. This delusion is a kind of prison for us, restricting us to our personal desires and to affection for a few persons nearest to us. Our task must be to free ourselves from this prison by widening our circle of compassion to embrace all living creatures and the whole of nature in its beauty."  - Albert Einstein
"Um ser humano é uma parte de um todo chamado por nós de 'universo', uma parte limitada no tempo e no espaço. Ele experimenta a si mesmo, seus pensamentos e sentimentos como algo separado do resto ... uma espécie de ilusão ótica de sua consciência. delírio Esta é uma espécie de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais e ao afeto por pessoas mais próximas a nós. Nossa tarefa deve ser a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão para abraçar todas as criaturas vivas e toda a natureza em sua beleza. "- Albert Einstein

31 março 2011

2012 traz a marca do destino.

O ano de 2012 traz em si "a marca do destino", e aqui neste texto mostrarei minha conclusão a respeito desta data potencialmente cataclismica, que julgando pelos fatos que andei pesquisando nestes últimos anos encerram uma possibilidade concreta de que alguma tragédia considerável se a vizinha de nosso planeta e ameaça esta sociedade de alta tecnologia. Assim espero deixar mais claro o por que de 2012 estar assinalando com fortes possibilidades uma catástrofe global.  
Muitas vezes procurar pela verdade se torna uma tarefa desagradável, pois você começa a ver que as escolhas que fez já não são mais adequadas ao que você está vivendo e hoje vejo que muitas de minhas crenças desabaram ao enfrentar a realidade dos fatos...como disse Thomas Huxley, falando da ciência, é duro quando os feios fatos vêm matar uma bonita teoria.
 
                                 Mas por que em 2012, especialmente???
Fiz um rastreamento das descobertas relacionadas ao tema, mais especificamente ao que tange à astronomia, o Sol e sua influencia sobre o sistema em que vivemos, planetas, cometas, pulsares e tudo o mais que dizia que o mundo vai acabar mesmo em 2012 e descobri diversas maneiras deste mundo acabar, mas tudo tolice.
Na verdade, não vai acabar, mas irá sim, sofrer uma enorme tranformação que começará em 2012.
Mas estas mudanças serão fatais e dramáticas em nível planetário.
Em suma, pelo fato de tratar-se de uma impressionante reunião de fenômenos astro-físicos, compostos de vários encontros planetários com ciclos de longo prazo.
Vou afirmar aqui que o aquecimento global talvez não venha a ser a causa única de uma catástrofe climática, mas certamente está agravando nossa vulnerabilidade atmosférica.
Assim sendo, o problema maior não é de causa antropogênica, mas sim de origem extra-planetária.
A Atividade solar crescente nesta última década é resultado direto de um crescente fluxo de matéria, energia e informação (em forma de ondas) que experimentamos ao avançar para dentro da "nuvem de energia" interestelar. Sendo assim, novas exigências estão sendo feitas ao Sol e o resultado delas se reflete em nosso planeta.
O perigo real virá da sobrecarga de energia que logo nos apresentarão as tempestades solares, e que ao mesmo tempo intensificarão as atividades sísmicas, vulcânicas e acelerando de forma assustadora o volume das aguas e furacões e sem deixar passar que com isto o eixo dos pólos também se deslocarão provocando as mais violentas calamidades da historia moderna.
 sobreviventes do clima.
 
                                          Perspectiva do dr. Dmitriev 
Segundo dr. Dmitriev a crescente atividade solar é resultado direto do aumento de fluxos de materia, energia e informação que nos atingem enquanto nos movemos rumo á nuvem de energia interestelar. Novas exigências estão sendo impostas ao Sol e experimentamos seu impacto em nosso planeta
Aquilo que perturba o Sol nos perturba, eis a mensagem. Todos os planetas, inclusive a Terra, estão sujeitos a um duplo influxo, absorvendo a onda de choque direta e indiretamente, por meio do tumulto que ela gera no Sol.
Existem sinais inequivocos e confiáveis desse fenômeno ameaçador tanto para a Terra quanto para o restante do espaço adjacente. O que nos resta fazer é compreender estes fenomenos ciclicos e procurar achar os meios de sobreviovencia.
 
 
                                A nuvem energizada do dr. Dmitriev 
Agora vou apresentar uma das primeiras evidências científicas sobre o fim de nossa civilização: -vamos p/ a Sibéria em alguma cidade remota deste lugar vive e trabalha o dr. Alexey Dmitriev, de 60 anos e geofísico da Academia Russa de Ciências, ele tem um currículo impressionante, com mais de trezentos artigos acadêmicos publicados, na maioria sobre geofísica e meteorologia, autor de vários livros, e recebeu diversas indicações e prêmios.
O trabalho do dr. Dmitriev com o espaço inter-planetário é algo fascinante, explica que a noção de um espaço interestelar não homogêneo é mais coerente do que aquela que todos nós aprendemos, que estamos nos movendo no espaço de puro vácuo, sem sentir, e que somos passageiros do Sistema Solar, que gira  numa órbita não especifica pela Via-Láctea, e no qual avança não se sabe para onde universo afora.
 Bem, os antigos maias, é claro, estudaram e registraram tudo isso com muita profundidade e deixaram indicados em seus Códices (que restou deles), mas este assunto deixarei para próxima oportunidade.
Nenhum outro cientista jamais mencionou a possibilidade de que o sistema solar esteja se dirigindo para um quadro de circustâncias novo e hostil, sendo assim, não há nenhuma garantia de que o espaço interestelar permaneça para sempre e uniformemente negro, frio e vazio.
 
Para você ter uma idéia do que está acontecendo ao sistema solar, primeiro deixe de lado os modelos convencionais de esferas girantes em meio a um imenso vazio.
Tente entender esta explicação do dr. Dmitriev de que a heliosfera atingiu um setor turbulento, ou seja, faixas e corredores magnetizados que contém hidrogênio, hélio, partes de oxigênio e outros elementos, combinações e compostos, inclusive poeira espacial, talvez os restos da ultima explosão de uma estrela.
Como qualquer outro objeto que se desloca (um barco na agua, por exemplo), a heliosfera criou uma onda de choque a sua frente, empurrando particulas do espaço interestelar. Essa onda se tornou mais larga e mais espessa quando a heliosfera penetrou na citada região do espaço, mais densa, na qual existe maior numero de particulas a serem varridas do seu caminho.
A densidade dessa onda de choque fez com que uma combinação de plasma se formasse numa camada parietal (parede), que em seguida se avolumou á volta do sistema solar e irrompeu pela região interplanetária...essa irupção faz seu retorno de energia e matéria do espaço interplanetário de volta ao sistema solar (baseado na monografia do dr. Dmitriev).
Explicando melhor, a onda de choque cercou a extremidade da heliosfera, do mesmo modo que chamas envolvem o nariz de um foguete e seus lados quando este reentra na atmosfera e segundo dr. Dmitriev a onda de choque está agora avançando para a nossa heliosfera e penetrando em regiões do sistema solar.
A conseqüência é que grandes quantidades de energia vêm sendo injetadas no domínio interplanetário, imprimindo ao Sol um comportamento errático, perturbando o campo magnético da Terra e, muito possivelmente, exacerbando o aquecimento global que ora atinge nosso planeta.
  
                                                 A onda de choque
Ao analisar os dados da missão Voyager, dr. Dmitriev e seus colegas descobriram a onda de choque no sistema solar. Lembrando que as duas sondas gêmeas Voyager I e II foram lançadas em 1977 e transmitiram informação detalhada a respeito de luas, anéis e ambientes magnéticos dos planetas exteriores durante mais de uma década.
Utilizando os dados das Voyager como ponto de partida, dr. Dmitriev comparou estes dados á pesquisas mais recentes colhidas de periódicos científicos russos e ocidentais, bem como da NASA e da ESA (Agência Espacial Européia) e assim encontraram provas espantosas de que a heliosfera vem se comportando de maneira mais agitada e imprevisível do que há vinte anos atrás, desde quando as Voyager fizeram suas primeiras mensurações nos confins do espaço.
A onda de choque é mais forte na extremidade da heliosfera, em seu avanço pelo espaço interestelar, assim como por exemplo uma esteira de um barco é mais acentuada na frente, no ponto em que a quilha divide as águas. Assim a onda de choque tem maior impacto nas atmosferas, climas e campos magnéticos dos planetas exteriores: Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Plutão.
A nuvem de energia interestelar tem sido muito estudada por cientistas russos e do qual também se destaca Vladimir B. Baranov com seus trabalhos em hidrodinâmica do plasma interplanetário e desaceleração do vento solar pelo meio interestelar divulgado pelo Soros Educational Journal em lingua russa.
Cientistas planetários da Rússia, Europa e Estados Unidos estudaram este modelo matemático da heliosfera de Baranov, e juntaram a mais informações da NASA e da ESA, e aos fundamentos do dr. Dmitriev o que revelou uma correspondência de 96%, e segundo eles nossa heliosfera permanecerá dentro da onda de choque pelos proximos 3 mil anos.
 
                            Evidencias cientificas: planetas estão se aquecendo
Urano e Netuno tiveram seus polos magneticos invertidos, assim como está acontecendo com a terra. http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4185432-EI8147,00-Cientistas+detectam+rapida+movimentacao+do+polo+norte+magnetico.html
Além disso, as atmosferas dos dois planetas ficaram mais brilhantes e parecem estar se aquecendo, o que é de esperar quando existe influxo de novas energias. As auroras, essas exibições magnificas de luz causadas por entradas de radiação na atmosfera, surgiram há pouco em Saturno, assustando os astronomos, com uma tempestade do tamanho do planeta Marte e raios mil vezes mais violentos que os da Terra. Na lua de Saturno, Encelado, gêiseres enormes foram vistos pela primeira vez jorrando.
O maior planeta da heliosfera, Jupiter vem revelando alguns dos efeitos mais pronunciados da onda de choque, seu campo magnético dobrou de tamanho e avança na direção de Saturno. http://noticias. terra.com. br/ciencia/ noticias/ 0,,OI4121728- EI238,00- Detectada+ em+Saturno+ a+maior+aurora+ boreal+do+ Sistema+Solar. html
Campos magnéticos são literalmente, campos de energia: para estes campos dobrar de tamanho significa dobrar a quantidade de energia que os sustenta. Se visto da Terra, o campo magnético de Jupiter pareceria (se fosse visivel), maior que o Sol observado a olho nu. Auroras têm fulgurado entre jupiter e sua lua Io, que também vem revelando atividade vulcânica sem precedentes. Mas o que mais esta impresionando os cientistas foi a descoberta em março de 2006, de que Jupiter está desenvolvendo uma nova mancha vermelha, basicamente uma tempestade eletromanética sem fim, quase tão grande quanto a Terra.
Os atronomos vêm rastreando essa mancha desde 2000, oficialmente conhecida como Oval BA, ela se formou quando três manchas menores colidiram e formaram a nova conflagração que esta crescendo de tamanho http://www.astronomia.web.st/index.php?aid=39
Os monitoramentos de Jupiter feitos pela Jet Propulsion Laboratory (JPL) em Pasadena, California, explicam que a coloração cada vez mais avermelhada da Oval BA indica seu aumento e intensificação como tempestade, mas da onde estará vindo a força que a está alimentando?
O JPL não sabe ainda como responder, mas dr. Dmitriev e Baranov sugerem a onda de choque que vem carregando de energia a atmosfera de Jupiter, gerando tormentas elétricas e provocando erupções vulcanicas.
Os efeitos da onda de choque começaram a ser detectados tambem nos planetas interiores. A atmosfera de Marte se tornou mais densa e portanto, potencialmente mais benigna, atmosferas densas oferecem maior proteção contra radiação cósmica e solar, tambem a atmosfera de Vênus está mudando em composição quimica e aspecto óptico, adquirindo mais luminosidade, um indicio de que seu conteúdo energético vem aumentando.
Embora o Sol se encontre no centro da heliosfera e portanto mais distante da esteira criada pelo avanço e dos efeitos da onda de choque, ele (Sol) é bem mais suscetivel às infuções de energia que os planetas, assim como agua não pode absorver agua e terra não pode absorver terra, a massa derretida de energia do Sol não pode absorver e dissipar energia c/ a mesma eficiência que os corpos materiais densos e frios dos planetas. Desse modo, até as projeções relativamente pequenas da onda de choque têm impacto significativo no Sol.
 
                           

23 março 2011

OS SEGREDOS DE 2012

Caro visitante.
A designação "fim do mundo" é forte e perigosa.
Estou convencido, pelo numero excessivo de evidencias esmagadoras (provas científicas apoiadas em documentos arqueológicos e astronômicos) e outras fontes tomadas em conjunto...de que este planeta conheceu periodicamente diversos cataclismos, e que diversas culturas no passado,  como os maias e egípcios registraram tais fatos, e me arrisco a dizer...que também do "futuro" tem deixado aqui seus registros codificados.
 
Mas voltemos as civilizações antigas...Sendo assim, é mais do que natural que essas sociedades se preocupassem em desenvolver sistemas calendariais para predição desses fenômenos, que são cilícios, que prometem voltar a determinados intervalos de tempo.
Eu sugiro substituir o termo "fim do mundo" por "fim de uma civilização" ou "fim de um ciclo", caracterizado por manifestações violentas da natureza.
Isso porque a vida no planeta, embora muitas vezes transmutada. ..continuou.
Todos aqui nestes tempos são testemunhas vivas deste fato.
 
Em minhas descobertas finais, conclui que, civilizações como a dos mais tinham consciência da mais importante missão de todos aqueles que detém o conhecimento: - A DE PESQUISAR, INFORMAR E ALERTAR !.
 
De qualquer forma, não me estenderei muito...mas vou descrever através deste cenário que montei com fontes que considero confiáveis, sendo a conclusão final uma exceção na regra das evidencias, eu honestamente coloco como sendo de conteúdo especulativo. 
 
 
Todo começará no espaço inter-estelar onde pensamos sempre existi-se a permanente uniformidade do vazio e negro infinito, frio e sem vida. 
Acreditamos sermos passageiros  do sistema Solar, que gira numa órbita não muito especifica, e avança não se sabe para onde universo a fora.
 
Os antigos astrônomos maias, observaram e estudaram tudo isto com profundidade, mas para nos somente nos tempos de hoje parece ter alguma valia.
Cientistas e Geofísicos russos mencionam a possibilidade de nosso sistema solar esteja se dirigindo para um quadrante da Via-Láctea novo e hostil.
Esta nuvem vem energizando e desestabilizando o Sol e as atmosferas de todos os planetas.
Suas previsões de uma catástrofe resultante do encontro da Terra com essa nuvem de energia vão de 2010 á 2020.
Assim a heliosfera atingirá em pouco tempo (creio que já estamos nela) um setor turbulento, ou seja,faixas e corredores magnetizados que contém hidrogênio, hélio, e outros elementos, combinações e compostos: poeira espacial, talvez o que restou da explosão de uma estrela e pedaços bem maiores de matéria congelada.
Com este deslocamento que o sistema solar faz, ele assim cria uma onda de choque a sua frente, empurrando particulas no espaço inter-estelar. ..em palavras curtas: -a onda de choque cercou a extremidade do Sol, penetrando em varias regiões e conseqüentemente vêm sendo injetadas no domínio interplanetário, imprimindo no Sol muito mais energia do que o habitual, tornando seu comportamento errático (muitas manchas solares), e assim perturbando o campo magnético da Terra e claro possivelmente afetando os outros planetas ao redor do sistema.
 
Então...do interior do Sol, serão liberadas enormes forças eletromagneticas com poder destruidor.. .labaredas gigantes enviarão uma descomunal onda de particulas á Terra.
As particulas expulsas farão com que a atmosfera do planeta "fique em chamas"... destruído o nosso campo protetor, os Cinturões de Van Allen...e devido e este fluxo continuo de eletromagnetismo, haverá sobrecarga no campo magnético da Terra... bilhões de particulas atingirão os pólos e serão geradas forças elétricas nunca vistas pelos olhos das pessoas (um verdadeiro pesadelo cheio de clarões) e quando os pólos se encherem de auroras das particulas que caem, o inevitável acontecerá:
 
No interior do planeta, o campo eletromagnético ficará sobrecarregado e "rachará", num mega curto-circuito de efeitos super letais.
Sem proteção magnética, a atmosfera do planeta será bombardeada pelas particulas que caem. O Campo magnético do planeta funcional mente nos protege, fazendo as particulas eletromagnéticas se direcionarem para os pólos...mas isso se tornará impossível.
As particulas penetrarão em todos os pontos de Terra, gerando uma intensa radiação, tanto em luminosidade quanto em radioatividade.
O céu inteiro parecerá arder com toda a intensidade.
 
O sol gira em torno de mais de 6.400 km por hora na superfície, criando milhões de campos magnéticos que aquecem sua coroa a mais de um milhão de graus. Uma única labareda solar, provocada por um curto-circuito num campo magnético, produz tanta energia quanto dois milhões de bombas de hidrogênio.
Agora...neste instante tente imaginar essa explosão, acrescente mais outras de mesma magnitude atingindo o planeta e conseguirá calcular o tamanho do estrago.
 
E esse é o prelúdio do cataclismo.
O núcleo de ferro do planeta é magnético e, devido ao deslocamento desse núcleo, a Terra começará a se mover para outro lado. Em conseqüência, a crosta terrestre exterior se soltará, ou ficará "flutuando", sem estar presa a seu padrão.
O planeta se inclinará milhares de quilômetros em poucas horas. As placas terrestres se moverão, surgirão montanhas onde nada havia e outras desmoronarão, partes da terra se abrirão e outras afundarão no oceano e haverá muitas erupções vulcânicas tanto em terra como vindos dos oceanos.
 
Quando a NASA, testava em 1993, um equipamento fotográfico infravermelho em órbita da Terra, obteve imagens do Parque Nacional de Yellowstone, onde fotogravou a maior "caldeira" isolada do mundo. A caldeira (um super-vulcão) é inacreditavelmente vasta, com 40 ou 50 km de comprimento por 20 km de largura. E este vulcão tem crescido muitos nos últimos anos, provocando distorções na topografia do lago de Yellowstone que fica acima da caldeira, e está se inclinando por causa da protuberâncias (300 metros) criada na base deste lago que não é profundo, pois seu perigo não esta ligado ao magma que provem do núcleo derretido do planeta...mas, sim de vastas quantidades de urânio e outros elementos radioativos da região que podem produzir bolhas explosivas ao atingir o topo.
Calculo de sua força explosiva chegam ao equivalente a mil bombas atômicas...(pasmem) , por segundo....nem todas as guerras da historia tem tamanha violência.
 
Continuando o cenário da catástrofe:
Depois de muitas horas, a onda de choque de particulas declina, o magnetismo do interior do planeta pode se restabelecer. ..mas, junto...os pólos se moverão também mas as partes  que se encontrarem mais perto do Sol terão sofrido todo o impacto (dia 21/12/12 será o nosso verão e inicio do inverno no outro hemisfério).. ..péssima noticia...!!!
 
A crosta do planeta deixará de flutuar, acompanhada novamente de terremotos "titânicos", com porções de terra desmoronando, uma e outra atividade tectônica desconhecida e vulcões em erupção por toda a parte. Mas então...como se não bastasse toda esta desgraça...virá outra catástrofe ainda maior:
- Com a inércia (a rotação de Terra),  o movimento dos oceanos não se deterá ...estamos girando ao redor do eixo do globo terrestre a uma velocidade de 1.300 km por hora.
Uma ou mais ondas gigantes cobrirão tudo no seu caminho, de centenas de metros de altura e até mais de um quilômetro se abaterá sem piedade contra as regiões costeiras, gerando milhares de milhões de mortes.
 
Lembrando que cerca de 20% da população mundial (1.147 bilhão) de pessoas, vive a menos de 30 quilômetrosos da linha da costa.
 
As ondas gigantes penetrando cada vez mais terra á dentro, num a rastro de destruição  de vários quilometros, em velocidade quase super-sônica. Assim um cataclismo como nuca se havia presenciado.
Se conseguirmos sobreviver, toda esta civilização regressaria à idade da pedra em poucos dias.
 

Conclusão:
A vida humana no planeta foi praticamente devastada. As aguas que subiram mudaram o clima e a proporção terra/agua em enormes territórios do mundo.
Depois de um longo tempo as aguas tornaram a descer revelando a aniquilação da fauna e da flora terrestre. Os restos radioativos das instalações nucleares, os derramamentos de petróleo no mundo inteiro e os gases venenosos em enormes nuvens que foram expoulsos por vulcões se mostraram letais.
Os poucos sobreviventes do desastre enfrentam agora a fome e a doença.
Organizações secretas e poderosas tentam recuperar o controle sobre governos e nações que padecem na sua subita fragilidade. Estas subornam e submetem os governos e a população restante, á adotarem uma "Nova Ordem Mundial" que com isso ganha força as custas de pessoas desesperadas por sobreviver.
Enquanto toda esta confusão segue seu curso, um experimento inter-planetá rio especial chegou, definitivamente a sua etapa final.
A presença e a intervenção maciça de seres extra-terrestres, nessa batalha entre os poderes da luz e da obscuridade, abrindo assim, a mente terrestre para outra realidades.
 
Aqui termino meu relato, mas de nada servirá nossa curiosidade, se não a transformamos em objetivo sério.
Mas nenhuma fonte única, por mais convincente que seja, poderá ou deverá nos induzir a fazer certas escolhas, mas quando tiramos evidencias e tiramos conclusões de diversas partes sejam elas de culturas e disciplinas tão diversas e a colocamos diante da luz do conhecimento, é mais prudente tomar cuidado e, juntos, nos prepararmos, colocar tais fatos aos nossos entes queridos e a pessoas que possamos influenciar a pensar sobre tal assunto das grandes mudanças que nos aguardam no futuro.



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